28.12.22

A Letra

Se viesse agora a letra, expandia nela o meu coração, escarlate, cinza fosse ou não.  A letra, a última que trouxe o rumor do vento, a letra que voa e vem sob a alçada da noite,  coberta de sombra e luz. 
A última letra, primeira de todas as outras, quero esse infinito transitório saído do teu peito. 

Sem comentários:

Enviar um comentário

Deixa aqui um lírio

Recentemente...

Idos de setembro e não de março

tarde de blues e belas chamas de sol, som e serenidade na pauta do terraço, nos idos de setembro e não de março deixamos o corpo seguir nas ...

Mensagens populares neste blogue