26.6.24

Fecho éclair

 Já fui,

Tudo já foi

Mesmo o que ficou é ido

Não me busques aqui nem em qualquer lugar

Quem quer que encontres já não sou eu

Porque já fui

O que quis ser passou

Estarei em qualquer afago da brisa, na cortina que se agita, no bater síncrono dos corações resistentes

Cearas, montes e rios são doravante os meus limites

Mas fecha a porta.

Que ninguém mais se lembre que existes


Sem comentários:

Enviar um comentário

Deixa aqui um lírio

Recentemente...

Credo

Creio nas sagradas chamas da paz, flâmulas de contemplação, chamas de puro amor Creio que o amor cresce como o trigo e a vida é pontualmente...

Mensagens populares neste blogue