Mas não sou outra e quem sou é pedra calcinada ou uma espécie de sargaço que o sol castigou.
E não quero mais metáforas tontas nos meus versos. Pronto. É assim que sou. A desejar o que não sou.
Já há várias noites em que o céu ruge em explosões de energia contida. Trovoadas espanholas, secas, daquelas que nos inquietam e nos prolong...
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