Mas não sou outra e quem sou é pedra calcinada ou uma espécie de sargaço que o sol castigou.
E não quero mais metáforas tontas nos meus versos. Pronto. É assim que sou. A desejar o que não sou.
A existência é doce nos quatro cantos do meu peito. É a casa de antes e a que será. Por esta porta entraste, por outra porta (não) sairás. N...
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