28.12.25

À beira do rio

Não mudámos o curso de nenhum rio, nem secar o vimos secar. No entanto estivemos sempre de mãos dadas desatadamente cegas à beira desse mesmo rio.

Não bebemos a sua água, por isso o nosso esquecimento é episódico.

Como os deuses, já somos antigos na arte de amar meros mortais, produzindo vagas de ocasional desejo.

Sem comentários:

Enviar um comentário

Deixa aqui um lírio

Recentemente...

Ao diabo a guerra

Fragatas, freios, ferragem, ferrugem, mundo este que já farta e nos afunda Fragatas por traineiras e, para a fome do povo, de que servem as ...

Mensagens populares neste blogue