25.12.22

Céu de vento

Para ti, amor, a água pura do silêncio

Para ti, o lume aceso, o olhar atento

A promessa de hoje é a de sempre

Seguir-te-ei até ao limite do monte 

Os meus pensamentos descansam no teu ombro

E se adormecer de repente é porque em ti, apenas, encontro a inocência 

A paz, a fonte, a verdadeira razão de continuar a olhar-te e a viver-te

É que sei o quanto nos dizem as estrelas, que não mentem, e nos cruzaram num céu de vento

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