Eu não faço poemas, dispo o corpo entre as palavras, derramo o amor, a alma
Seca a garganta e a fala, aliso-me para dormir, como lençol na corrente friática que rompe a madrugada
Às vezes sonho contigo e é aí que o poema se grava.
Esta noite há luar. Visitou-me o tempo ido numa Lua insónia de amar. Desbaratei o nome, cortei amarras, ligas e ligações, sonhos desenhos e ...
Sem comentários:
Enviar um comentário
Deixa aqui um lírio