Eu não faço poemas, dispo o corpo entre as palavras, derramo o amor, a alma
Seca a garganta e a fala, aliso-me para dormir, como lençol na corrente friática que rompe a madrugada
Às vezes sonho contigo e é aí que o poema se grava.
Não digas nada. Escuta como é feroz este som da tempestade. Não perturbes o vendaval com o teu medo. Deixa-o largar a sua fúria até morrer. ...
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